24/08/11
Vive La France!
23/08/11
Obesidade Mental
Este é o título de um texto que circula na net há já alguns anos. Trata-se de um texto enigmático atribuído a um pseudo-professor de Harvard, um tal Professor Andrew Oitke. Na realidade, parece que o texto foi escrito pelo Professor João César das Neves (JCN), Professor da Universidade Católica e que o tal Andrew Oitke não passa de um pseudónimo. Se assim é, ficamos deveras surpreendidos. Pois concordarmos com muitas ideias contidas neste manifesto quando, ao mesmo tempo, discordarmos em absoluto das ideias conservadoras e neoliberais normalmente defendidas por JCN. Segundo Oitke, “Mental Obesity”, é o conceito que melhor descreve os problemas que se vivem na sociedade moderna. «Há apenas algumas décadas, a Humanidade tomou consciência dos perigos do excesso de gordura física por uma alimentação desregrada. Está na altura de se notar que os nossos abusos no campo da informação e conhecimento estão a criar problemas tão ou mais sérios que esses.». Segundo este autor, «a nossa sociedade está mais atafulhada de preconceitos que de proteínas, mais intoxicada de lugares-comuns que de hidratos de carbono. As pessoas viciaram-se em estereótipos, juízos apressados, pensamentos tacanhos, condenações precipitadas. Todos têm opinião sobre tudo, mas não conhecem nada.»
Sem dúvida, concordamos plenamente com este juizo. Mas segundo este autor, existem responsáveis. «Os cozinheiros desta magna "fast food" intelectual são os jornalistas e comentadores, os editores da informação e filósofos, os romancistas e realizadores de cinema. Os telejornais e telenovelas são os hamburgers do espírito, as revistas e romances são os donuts da imaginação». Rematando que o problema central está na família e na escola. «Qualquer pai responsável sabe que os seus filhos ficarão doentes se comerem apenas doces e chocolate. Não se entende, então, como é que tantos educadores aceitam que a dieta mental das crianças seja composta por desenhos animados, videojogos e telenovelas. Com uma «alimentação intelectual» tão carregada de adrenalina, romance, violência e emoção... é normal que esses jovens nunca consigam depois uma vida saudável e equilibrada.» Sobre os responsáveis, este autor adiante ainda. «O jornalista alimenta-se hoje quase exclusivamente de cadáveres de reputações, de detritos de escândalos, de restos mortais das realizações humanas. A imprensa deixou há muito de informar, para apenas seduzir, agredir e manipular». Acrescentanto ainda. «Só a parte morta e apodrecida da realidade é que chega aos jornais.» Para depois concluir que «Não admira que, no meio da prosperidade e abundância, as grandes realizações do espírito humano estejam em decadência. A família é contestada, a tradição esquecida, a religião abandonada, a cultura banalizou-se, o folclore entrou em queda, a arte é fútil... Floresce a pornografia, o cabotinismo, a imitação, a sensaboria, o egoísmo. Paradoxal ou doentia. Não se trata de uma decadência, uma «idade das trevas» ou o fim da civilização, como tantos apregoam. É só uma questão de obesidade. O homem moderno está adiposo no raciocínio, gostos e sentimentos. O mundo não precisa de reformas, desenvolvimento, progressos… precisa em suma de uma dieta mental.»
Embora concordemos com a essência destas ideias, obviamente que uma leitura atenta deste texto mostra claramente que ele foi escrito por alguém conservador e ligado à Igreja. Percebe o problema, mas não percebe a sua origem. Dizer que os responsáveis são, em resumo, jornalistas, comentadores, editores, realizadores, etc., é ver somente a espuma do problema. A sua face. A comunicação social, hoje, é somente um instrumento nas mãos da plutocracia reinante à escala mundial, para que esta atinja os seus objectivos. Salazar adoraria viver nos nossos dias. No fundo, JCN é, no mínimo, paradoxal. Por um lado reconhece o problema, mas por outro, não percebendo a sua origem, defende ideologias económicas e políticas que estão na sua origem.
No fundo, as ideologias políticas conservadoras e liberais que JCN tanto defende, são as mesmas que permitem que a plutocracia do mundo instrumentalize de forma generalizada a comunicação social do planeta, debitando propaganda que tem como fim último a estupidificação das massas. É mais fácil manipulá-las. Salazar, com a sua política do Deus, Pátria e Família, tão cara a JCN, sabia-o bem.
E o problema actual é mesmo muito grave. Veja-se o que o movimento Tea Party tem conseguido fazer nos Estados Unidos actualmente. É provável que consiga que Obama não seja reeleito. Embora, como aqui já dissemos, Obama, como Presidente dos EUA, esteja a ser uma autêntica desilusão. Mas estes movimentos são assustadores e são comandados pelas grandes corporações financeiras, desejosas de, a todo o custo, manterem os seus interesses intocáveis. Como é o caso do lobby das seguradoras por causa da saúde privada. Em Portugal, à descarada e sem vergonha, passa-se o mesmo. Mas Portugal sempre esteve a saque. O PSD ganhou as eleições e, ao contrário do que sempre apregoou, e da sua tremenda hipocrisia em torno dos “boys” do PS, pois se calhar o PSD tem mais “boys” ainda, começou de imediato a eleger administradores a torto e a direito para as empresas públicas. Mas, como todos sabemos, o que passa para a opinião pública é que os boys são todos do PS. Certo? De uma assentada passou o conselho de administração da CGD de 7 para 11. Escandalosa foi a nomeação de um administrador do Grupo Mello, um próximo de Passos Coelho, para a gestão da caixa. Isto nada tem a ver, obviamente, com a vontade deste governo, do qual, imagino, JCN tanto gosta, de privatizar parte da CGD. Não! Eles julgam que já sofremos todos de obesidade mental e, como tal, não atingimos. Da! Mas eu, como faço muita dieta mental, digo que esta gente não tem um pingo de vergonha na cara.
Mas, voltemos ao mais importante. A lavagem ao cérebro das massas conduz, como muito bem sabemos, ao surgimento de movimentos políticos perigosíssimos. O filósofo espanhol Ortega y Casset, descreveu-o muito bem. Foi isto que esteve na origem do Partido Nacional Socialista na Alemanha que, com a subida de Hitler ao poder, conduziu a humanidade a uma guerra mundial sangrenta e a uma monstruosidade chamada Holocausto. E em sociedades capitalistas, onde o dinheiro compra tudo, como nos EUA, assiste-se à compra de canais de televisão poderosos, como é o caso da FOX NEWS, para a propaganda e lavagem ao cérebro do americano inculto. Que, diga-se, é maioritário no país. Aqui, ao contrário dos EUA, não precisam de comprar canais. Eles já são propriedade dos respectivos interessados.
Afinal, parece que ninguém escapa à obesidade mental. Façam dieta como eu!
13/07/11
Auditoria à Dívida Portuguesa Já!
É urgente fazer uma auditoria à dívida pública portuguesa. É urgente saber qual o montante da chamada "dívida odiosa". Aquela que os tais chamados de "mercados" não querem ouvir falar. Isto porque foi dívida contraída em nome dos cidadãos portugueses para satisfazer interesses dos quais eles não usufruem ou usufruíram. Interesses muitas vezes obscuros e até criminosos. Por exemplo, qual o montante da dívida relacionada com os estádios e a realização do Euro2004? Qual o montante da dívida injectada no BPN? E no BPP? A Grécia comprou 5 submarinos por mil milhões de euros. A mesma quantia só chegou para pagar 2 em Portugal?! Negócio absolutamente ruinoso para Portugal, cujos contornos não são sequer conhecidos, quando a empresa que geria os contratos na Alemanha está a braços com a justiça por pagamento de luvas? E muitos outros casos poderiam ser citados. Todos têm que ser averiguados em profundidade. Dívidas com as quais todos os partidos da esfera do poder em Portugal têm, provavelmente, responsabilidades. Por isso PS, PPD e PP não querem ouvir falar deste assunto. Mas o povo quer. E tem que exigir. E tem que dizer: Não pagamos! Que os paguem os seus responsáveis.
Retrocesso civilizacional é a consequência das políticas criminosas do neoliberalismo que hoje comanda o mundo. É preciso dizê-lo bem alto.
Como dizia um economista conhecido, é imoral pagar dívidas imorais. Principalmente quando esse pagamento atira para o lixo, literalmente, povos inteiros, como está a acontecer com os gregos neste momento. E acontecerá com os portugueses não tarda, se os nossos governantes continuarem a fazer o papel de meninos bem comportados e obedientes. Subservientes até! Nos países em que foram implementadas as medidas de austeridade do FMI (o BCE tem tido atitudes mais perigosas que o próprio FMI!!!), até uma diminuição da esperança de vida dos povos se registou. As pessoas preferem comprar comida, em vez dos medicamentos que necessitam para viver. Não dá para as duas coisas... Isso aconteceu com os argentinos e os equatorianos no passado. Após lutas sociais intensas, estes souberam dar a resposta certa aos ditos "mercados": não pagamos! O caso do Equador é paradigmático. Após uma auditoria à dívida do país por uma comissão de 18 economistas independentes, alguns dos quais economistas de renome mundial, e 4 organizações nacionais, que concluiu que 70% da dívida era ilegítima, o actual Presidente do Equador, o economista Rafael Correa, declarou que não pagaria esta parte da dívida equatoriana. O resultado imediato foi que muitos detentores da dívida tentaram "despachar" imediatamente os títulos que tinham em seu poder a cerca de 20% do seu preço. Sem mais, o governo ordenou a compra de todos os títulos que se conseguissem comprar. Com 800 milhões compraram 3.000 milhões. Isto levou a uma queda drástica da dívida do país. Depois de 80% do petróleo, recentemente descoberto no país, estar a ser canalizado para o pagamento da dívida, em detrimento do bem estar da sua população, Correa inverteu estes números. Hoje, mais de 80% da riqueza do país é investida na saúde, educação, obras públicas e criação de emprego. Os equatorianos recuperam a alegria e hoje vivem bem mais felizes do que nas décadas anteriores, preenchidas com a austeridade ignóbil da dividocracia imposta pelos interesses dos tais dos “mercados”. Interessados, obviamente, em enriquecer mais e mais à custa do sangue dos povos.
Não podemos deixar que o FMI, BCE e UE, as faces visíveis da corrente neoliberal criminosa que comanda o mundo, nos atirem, literalmente, para o lixo. Se queremos sobreviver e viver condignamente, como um povo que faz jus à sua História, teremos que dar o exemplo na Europa. Por isso, devemos pagar o que efectivamente devemos, como povo que sabe honrar os seus compromissos, mas jamais pagar as negociatas dos senhores dos “mercados”.
Auditoria à Dívida Portuguesa Já!
12/07/11
Dividocracia
08/07/11
A Hidra Volta a Atacar!
01/07/11
Mais Austeridade...
Bem, afinal, apesar das medidas de austeridade anunciadas na semana passada pela SIC (sobre as medidas a tomar pelo governo...) se terem ficado SÓ pelas nacionalizações (pois a lógica, nas entrelinhas, deveria ser... o estado fica sem empresas lucrativas e claro, como consequência, serão necessários mais impostos e/ou menos benefícios sociais), eis que são anunciadas aquelas que vão mexer-nos directamente no bolso. Um imposto suplementar de 50% sobre os subsídios de natal para rendimentos superiores ao rendimento mínimo. Ena! Apesar dos funcionários públicos já terem sofrido uma redução significativa de vencimento (perderam este ano o equivalente a um mês de salário), ao contrário dos privados, eis que têm agora mais uma factura para pagar. No entanto, apesar de injusto, constata-se que este governo, pelo menos, quer distribuir o mal pelas capelinhas, em vez de eleger sempre os mesmos, como era timbre do governo autoritário e estúpido do pseudo-engenheiro Sócrates. Tememos é que os grandes interesses continuem intocáveis, comme d'habitude! Tal como os antigos dirigentes do actual partido do governo que nos roubaram via BPN e BPP. Aonde estão eles? Mas vamos lá ver se este governo tem coragem para pôr a banca a pagar impostos como todos nós! Enfim, eu ainda acredito no Pai Natal...
Mas somos mesmo um povo de brandos costumes, não haja dúvida alguma! Nós que temos menos rendimentos que os gregos, quase menos 10% de poder de compra, vemos, ouvimos e calamos... triste país o meu... triste país... aonde se faz sentir ainda a mordaça do Estado Novo, quase 40 anos volvidos sobre a Revolução de Abril!
25/06/11
Mais Austeridade!
O povo há muito que diz que "com papas e bolos se enganam os tolos"...
Eis a SIC no seu esplendor, com laivos de chico-espertismo, a deitar-nos areia para os olhos. Ou não fosse a estação de Carnaxide de Pinto Balsemão...
Ora bem, surpresa das surpresas, não é mais um aumento de impostos ou um corte nos salários dos funcionários públicos, coitados, porque até agora estes foram os únicos verdadeiramente sacrificados! Não! Trata-se, tão-só, do anúncio de mais uma enxurrada de privatizações. Obviamente que as empresas a privatizar já, não são os cancros como a CP a RTP e outras que tais! Não! Não! Claro que não! Essas exigem muito trabalho e lucros só a longo prazo. Estas ficam para o Zé sustentar, pois claro! São isso sim, aquelas que contribuem com lucros significativos para os cofres do Estado. Pois claro! Aquelas que o Estado deveria usar para distribuir melhor a riqueza produzida no país...
O que a SIC queria realmente dizer era que as empresas públicas lucrativas vão ser saqueadas o mais depressa possível. Os pançudos preparam-se é para se alambazarem com empresas como a EDP, REN, ANA... Empresas monopolistas que só em países onde vigora a lei do capitalismo selvagem, como em Portugal, poderiam passar para as mãos dos privados. Nos EUA isso jamais aconteceria. Aqui, é o que todos sabemos!
Mas, o título da notícia da SIC, no fundo, no fundo, nem é descabido. Afinal, privatizando-se estas empresas, o estado fica mais pobre e, ficando mais pobre, terá que aumentar impostos, cortar salários e por aí fora...
Afinal, até se percebe a razão de ser de tal título.
Depois de em dois "posts" anteriores ter elogiado a escolha de dois ministros para o novo governo do PSD, ficando imensamente esperançado no seu desempenho, eis que começam a fazer-me descer à terra...
22/06/11
Ventos de Mudança na Educação
Anos de terror, em que uma das profissões mais nobres da sociedade foi denegrida e enxovalhada. Aos professores foi-lhes retirada toda a autoridade. Foram desautorizados perante a sociedade e, pior, perante os seus alunos. Um vergonha! Uma perseguição com fins economicistas, mas cuja origem deve ter explicações no foro psicológico de quem a moveu.
Não estou a exagerar. Basta ouvir os comentadores conceituados das nossas televisões. Veja-se o caso de Ricardo Costa no comentário que fez quando o elenco governativo foi tornado público. Ricardo Costa, sobre Nuno Crato, disse qualquer coisa como, "se os professores julgam que vão ter a vida facilitada desiludam-se, pois Nuno Crato é uma pessoa exigente...". Cá está o efeito Sócrates a funcionar. Este comentador passa a ideia que os Professores estão acomodados e nada querem fazer... Porque pensa assim? Porque, obviamente, está ainda sob o efeito da lavagem ao cérebro que o anterior governo fez a respeito dos professores. É óbvio que todos os professores querem exigência. Querem avaliações com cabeça tronco e membros e não um processo burocrático tonto. Para eles, mas principalmente para os alunos. É necessário que à escola volte uma cultura de mérito, e não a pouca vergonha que tem acontecido com os meninos a passarem sem nada estudarem ou saberem. Isso acontece porque os professores têm sido empurrados para o facilitismo. É uma dor de cabeça reprovar um aluno. Pior. A decisão do chumbo já nem sequer é do professor. Tudo para colorir as estatísticas e transmitir lá para fora aquilo que não somos. Uma sociedade cor-de-rosa, quando na realidade é negra. Os políticos deviam saber que, como disse o professor Ilídio Sardoeira, a Escola não muda a sociedade, antes reprodu-la. O ponto a que se chegou no ensino da Matemática e da Física é a todos os títulos lamentável. O pior de tudo é que o país vai pagar caro toda uma política de burros para educar burros. Isto foi o cerne da política educativa dos governos de José Sócrates. Houve coisas positivas também, mas as negativas foram demasiado negativas...
Agora parece que se levantam ventos de esperança. Fazemos votos para que Nuno Crato faça um excelente trabalho. A bem de Portugal.
Depois de ter elogiado a escolha de Álvaro dos Santos Pereira para a Economia, resta-me agora aplaudir a escolha de Nuno Crato para a Educação. Estou, sinceramente, optimista relativamente a este governo. Espero que me continuem a surpreender...
18/06/11
Escolha Acertada
Dos nomes que têm vindo a público para a constituição do novo governo, houve um que me chamou claramente à atenção. Foi o nome de Álvaro dos Santos Pereira para ministro da economia. Ainda há pouco tempo publiquei aqui um "post" da sua autoria e o seu blogue Desmitos é, efectivamente, uma referência e uma excelente fonte de informação sobre Economia. Excelente escolha! Parabéns! Surpreendeu-me pela positiva. Talvez tenha que vir a engolir algumas coisas que já disse aqui... Espero bem que sim, a bem de Portugal e de todos nós.05/06/11
O Povo Português é Masoquista!
Vamos de mal a pior!
Eu tinha dito que estaríamos condenados a escolher entre o mau e o péssimo. Assim foi. Ganhou o partido que quer impor ao povo português mais austeridade que o próprio FMI. O partido que quer privatizar um bem público como é a água, pasme-se! E todas as empresas públicas que dão milhões de lucro. Devido ao seu conservadorismo primário, quer, inclusivamente, voltar atrás na lei do aborto e, hipocritamente, voltar a perseguir as mulheres... O povo português escolhe o partido que defende em Portugal os ideais daqueles que, na Europa, a estão a destruir. Aqueles que são os verdadeiros responsáveis pela situação económica e financeira dos países periféricos da Europa: Grécia, Portugal, Irlanda. Outros, como a Espanha, Bélgica, Itália para lá caminham.
Mas pior. Quase 50% dos portugueses não votou. Não merecem sequer a pobre e tosca democracia que têm. E os que votaram escolheram o partido que prometeu bater-lhes mais, e com mais força. Assim, merecem bem o chicote. Este povo é, e sempre foi, um povo masoquista. Quanto mais lhe batem mais ele gosta. E casos passados são inúmeros. A eleição sistemática de autarcas acusados e condenados por corrupção, a reeleição de Sócrates, a eleição de Cavaco, 48 anos de fascismo, a eleição de Salazar como o maior dos portugueses... enfim... é a nossa triste sina... é o nosso destino... é a nossa desgraça.
Mas a culpa disto tudo na actualidade é de Sócrates e do PS. Hostilizaram quem não deviam e defenderam quem deviam ter atacado. Agora pagamos todos as favas! Não se queixem. Amochem! Verguem-se e apanhem com muita força! Bem merecem!
